Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

A Dúvida... mais uma vez.

... no espaço de dias, passas de 20 telefonemas por dia ( a net isto, a net aquilo, como é q se faz isto, e agora tá a fazer isto, o q quer dizer, o jantar assim, o jantar assado, bla bla bla), passas para UM telefonema por dia. Impressionante. Não percebo. Queres realmente afastar-me da tua vida, queres q saia da tua Vida, ou estás a ver se eu tenho a iniciativa de te ligar e saber como estás? Depois de dois meses a ser tua enfermeira, cozinheira, massagista, dama de companhia, e AMIGA? Alguma coisa tem de ser, pois isto não é normal. Puta da ingratidão, em que já não precisas de mim para nada, então: Fora da minha Vida. Ou será outra coisa q não consigo ver? Estarei a dramatizar/ complicar?

Socorro... porquê isto de volta à minha Vida, porquê?!... Maldito acidente. Estúpida.

Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

... gratidão?...

... nem um "obrigado", nem um abraço, nem dois beijos como deve ser?! NEM UM SINAL DE GRATIDÃO?!!!!!!!!!!! Mas eu devo-te alguma coisa pah?! EU DEVO-TE ALGUMA COISA????? Farei eu parte do teu "staff" e ainda não me apercebi, e fico aqui a achar q realmente tens mesmo de mostrar alguma gratidão por todo o apoio, amizade e disponibilidade q tenho para contigo? Nunca terias dinheiro suficiente para pagar a minha companhia, nunca, por isso de certeza q não faço parte de staff merdinha nenhuma!!!!!! Por isso EXIJO respeito e CONSIDERAÇÃO pela minha pessoa, pois não sou feita de merda nem de material nenhum esquisito que não humano mesmo, pura e simplesmente! RESPEITO! CONSIDERAÇÃO! RECONHECIMENTO!

... nem um obrigado... foda-se... ingrato.

sinto-me: ESTÚPIDAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

... Tu.

... será que quando chegares à minha Vida eu ainda sou Eu?...

sinto-me: infeliz
Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

... ainda falando do Tempo...

... que tudo cura. Ou não...

... porquê esta mágoa, ainda esta dôr, este querer sorrir e não conseguir?... Pensei q tivesse perdoado, ainda hoje creio q perdoei, ainda assim, pergunto-me o porquê desta vontade quase irrestível de lhe berrar bem alto: se me deste um pontapé no cú, seu ingrato de merda, se estiveste meses sem me dirigir a palavra como se eu te tivesse feito algum mal, qd fostes tu q agiste como um FdP cmg, qd me fizeste sentir como se eu sofresse de alguma doença de pele altamente contagiosa ao ponto de nem sequer te aproximares de mim, se me fizeste isso tudo, porque é q agora andas manso? POrque é q não dizes: obrigadinho, vai à tua vida. E vais buscar uma das amiguinhas q te têm feito companhia durante estes tempos, as amiguinhas da coca e das fodas? Que caralho ando eu a fazer? Papel de palhaça, obviamente. Enfermeira/cozinheira/massagista/amiga. E palhaça. POrquê esta revolta, ainda? Porra. Será isto tudo por sempre ter sido mal habituada e ele ter sido o primeiro gajo q me amou, para dps se cansar e jogar-me fora? Será isto ainda dor de corno? Pode ser. Não o amo. Olho para ele e não identifico nada q me faça pensar: sim senhor, um  Homem para mim, para a minha Vida. Nada. Então isto só pode eu a ser filha da mãe a esfregar-lhe na cara q ele afinal tem mesmo de comer no prato onde cuspiu, porque a maltazinha toda da vida de merda q aquele parvalhão estáva a levar nem deu as caras... triste. Mas se é por isso, estou a ser mais estúpida q ele, pois esta situação faz-me mal, pois ele tem, estranhamente, o poder de me fazer sentir... pequena. Como Mulher. E eu sou um avião, desde pequena q as pessoas olham mt para mim, e desde q sou adulta faço os homens virar a cabeça, e não, nem uso decotes nem mini-saia. Sou poderosa. E ele faz-me sentir... fraca. Pouco valiosa. Insegura. E eu não gosto disso. Talvez porque cá dentro eu seja mesmo mt frágil e vulnerável, e uso sempre uma capa para esconder isso. Isto tem de acabar. Não confio nele. Como pessoa. Ele não é de fiar. O que hoje é bom, amanhã nem existe. Ao antever um triste fim para esta situação, não consigo evitar de me comportar como se a situação já se estivesse a passar, já ando de humor alterado, triste, a chorar pelos cantos, a dramatizar, e sei q este comportamento levará sem dúvida ao im que me aterroriza. Tenho de contrariar este comportamento. Porque das duas uma: ou dou de pino e desapareço, viro-lhe as costas e esqueço q ele existe. Ou Meto na cabeça q esta merda n significa nada, faz de conta q estou a ajudar um irmão, e mantenho o bom humor e na boa levo a coisa. Na boa. Sem estes restos de rancores q ainda andam aqui. Onde é q andam as putas da Vida dele agora q ele tanto precisa? Não há putas, essas desapareçem. Há a Santa. A Santa Bianca. Que de santa tem NADA. foda-se...

sinto-me: infeliz
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

O tempo pergunta ao tempo qt tempo o tempo tem...

... e eu respondo... Tempo? Para quê?...

 A Vida dá voltas e tem designios q SÓ Ela sabe... O Sr. Que ão Quero na Minha Vida teve um acidente... ironia das ironias... q quem é que um dos melhores amigos dele liga para r ao hospital ter com ele e dar-lhe apoio? A mim. Era 6h30 da manhã:  " Estou, Bianca? O xxx teve um acidente, está aí no hospital de XX.". Disparo de adrenalina. Saltei da cama, qd dei por mim já estava, calmíssima, nas urgências a pedir à senhora para me deixar entrar pois eu era o mais parecido com família q ele tem aqui. Lá fui. O resto são tostôes. Daí, que foi há quase dois meses atrás, a este mometo, em q teclo este post com ele aqui deitado ao lado, foi um piscar de olhos.

Não o amo. Não o quero como homem. E não consigo voltar-lhe as costas. Já me pediu desculpa e agradeceu trinta mil vezes o q faço por ele. Eu digo q já lhe desculpei e que quero é que ele se ponha bom e construa a sua Vida, seja Feliz.

Então porquê este peso imenso aqui dentro, porquê esta tristeza q me invade... porquê estar a sujeitar-me a uma situação que não me faz feliz, em NADA? Q raio estou eu a fazer? Tenho a minha Vida, os meus amigos, a minha famíla, o meu trabalho. Deixei tudo para segundo plano, à expecção do trabalho, e passo o tempo com ele, a dar-lhe assistência no que for preciso. Mas porquê é q faço isto? Se não me traz satisfação nenhuma? Só me faz sentir miserável? E se for preciso daqui a dois meses anda outra vez a berrar comigo e deixa de me falar outra vez. Estou cheia de medo. Por um lado não consigo virar-lhe as costas, mas por outro não confio nele, e sei q se achar q o estou a "empatar" em alguma coisa, me volta a dar outro pontapé no cú como se eu fosse uma merda qlqr. E isso não pode voltar a acontecer. Agora precisa de mim, anda calmo. Mas sei q a realidade não será essa. Serei eu estúpida para estar já a ver como é q esta merda vai acabar e ainda assim me sujeito a esse final ingrato? Para mim amigos para sempre estáva optimo. Preciso de construír a minha, de continuar o que já estáva lançadíssima a fazer, evoluír, e estar aqui... não estou a investir em nada, não estou a investir em nada. Estarei só a perder o meu tempo. Precioso tempo... sem tempo para mais nada... :'/

sinto-me: infeliz
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